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O que é SEO?

O que é SEO?

Conjunto de técnicas responsáveis por otimizar os resultados dos mecanismos de busca online, o SEO (Search Engine Optimization) tem, como objetivo principal, o posicionamento de uma página nos primeiros resultados das plataformas de pesquisa.

Existem diversas ações que compõem a estratégia de SEO, e entre as principais (e mais recorrentes) estão: a criação de conteúdo, a construção de autoridade, a experiência do usuário e o SEO onpage.

SEO: o que é?

Você, com certeza, sabe o que é o Google e o utiliza constantemente. Ele é um buscador (ou uma ferramenta, como preferir) que realiza a indexação de páginas, facilitando a localização da mesma.

Dessa maneira, toda vez que uma nova página for publicada na internet, tanto o Google quanto outros buscadores realizarão a indexação da mesma, de modo a facilitar com que ela seja encontrada pelo público que a procura.

Entretanto, milhares de páginas são publicadas na internet todos os dias, levando a um aumento da concorrência. Para que a sua página consiga se destacar em meio a tantas opções, é preciso realizar um trabalho para que ela fique à frente das outras.

A este trabalho, dá-se o nome de SEO (Search Engine Optimization). Assim como a sua tradução deixa bem claro, o SEO realiza a otimização das páginas para os motores de busca, para que melhores resultados sejam conquistados.

A partir do conjunto de técnicas do SEO, são utilizadas ações que influenciam os algoritmos dos principais buscadores, de modo a fazer uma definição do ranking de uma página diretamente para uma palavra-chave pesquisada, impulsionando a popularidade dessa mesma página.

Pensando nisso, e nas dúvidas que o assunto pode despertar, elaboramos este texto sobre SEO, para abordar todas as suas principais questões, desde as básicas até as mais avançadas. 

Portanto, prossiga com a leitura e adquira todo o conhecimento e informações possíveis sobre o SEO, para colocar em prática todos os ensinamentos e técnicas desse sistema que veio para ficar!

SEO: como tudo começou

Tudo se inicia em 1993. Neste ano foi lançado o Architext, posteriormente transformado em Excite. Ele foi considerado o primeiro buscador da internet e, com o seu sucesso imediato, foram criados outros mecanismos parecidos como o Yahoo, em 1994, e o Google, em 1997.

O Google, de autoria de Larry Page e Sergey Brin, tinha como principal objetivo a “organização da internet”. Por ser uma ferramenta de busca de larga escala, a sua funcionalidade foi pensada de modo a estruturar todos os links possíveis.

Desse modo ele determinava a relevância das páginas, levando em conta a busca realizada pelo usuário. O uso de links recebidos através de uma página é um método inspirado no meio acadêmico, por conta de citações de revistas e artigos de diversos autores.

De acordo com esse método, quanto maior o número de citações de uma revista ou artigo, melhor a sua reputação e, consequentemente, a sua confiabilidade se torna maior aos olhos do público.

A partir desse processo, surgiu o Pagerank, criado por Larry Page e considerado revolucionário no sentido de estabelecer métricas. Considerando índices de 0 a 10, ele calcula não só a quantidade, mas também a qualidade dos links recebidos.

Logo no seu primeiro ano de existência, o Google já foi denominado por algumas revistas especializadas como o principal site de buscas da Internet. As publicações enalteciam a capacidade do buscador em apresentar os resultados mais relevantes para o público.

Também foi neste mesmo período que foi criada a denominação conhecida como SEO. A possibilidade de se otimizar os sites para os mecanismos de busca, de modo a oferecer a melhor resposta para o usuário foi o que norteou a popularização do termo.

Criado por Bob Heyman e Leland Harden, a expressão SEO (Search Engine Optimization), em seu início, se resumia basicamente no envio do site para os buscadores e para as otimizações on-page. 

Além disso, até o Google se popularizar (o que dependia de um acesso maior de pessoas à internet, o que não era tão comum no final dos anos 90), as outras funções destinadas ao SEO eram a de incluir e repetir palavras-chave específicas dentro do conteúdo.

Desenvolvimento

Com o passar dos anos, os profissionais responsáveis pelo SEO começaram a perceber uma maior necessidade de aperfeiçoar a técnica, principalmente a parte responsável pelas métricas de links, um dos pontos mais essenciais para o buscador.

Assim sendo, foram desenvolvidas algumas especialidades, como as estratégias de link building. Apesar de surgirem em maior número, as técnicas corretas para a obtenção de links não foram as únicas a aparecerem no mundo do SEO.

A manipulação de rankings, chamada de Black Hat SEO, foi elaborada de modo a buscar apenas a melhoria de avaliação dos sites. Mas, mesmo sendo um ponto fora da curva, não se popularizou tanto quanto as técnicas mais certeiras. 

Em 2000 aconteceu o lançamento de uma ferramenta que tornaria as técnicas de link buildings mais populares: a Google Toolbar. Ela apresentava o Pagerank dos sites, com índices de 0 a 10, o que facilitou a mensuração de informações.

Na mesma época, também surgiu o Google AdWords, tornando-se uma alternativa aos resultados orgânicos do buscador. Já nessa época existiam os resultados patrocinados, em uma prática que permanece útil até hoje nos resultados de pesquisa.

Atualizações

Em 2003, após um período intenso de geração de links, manipulação de rankings com o Black Hat e otimizações cada vez mais modernas dos sites, veio um lançamento bastante inovador, mudando as características do SEO para sempre.

Era o Florida, a primeira grande atualização de algoritmo do novo milênio. Sendo um filtro aplicado em pesquisas com base comercial, o seu uso priorizava palavras-chave específicas, o que inutilizou mais da metade dos sites que preenchiam os rankings.

No seu início, o Florida se tornou um dos principais pesadelos dos comerciantes. Tudo porque ele atacava os sites afiliados que continham domínios com palavras-chave e redes de links que direcionavam o usuário para a página principal do site principal.

Como resultado, isso impactou o tráfego e as vendas dos sites principais e de seus afiliados, mas trouxe resultados bastante positivos com o tempo, pois forçou a criação de sites com melhor qualidade e investimentos, o que refletia em pesquisas mais confiáveis.

A partir do Florida, o Google começou a lançar cada vez mais atualizações específicas e que buscavam inutilizar resultados insatisfatórios, o que levou a uma constante mudança e melhora no sistema das buscas.

Muito já foi dito e especulado sobre o “sumiço” do SEO, mediante as diversas atualizações lançadas pelo Google desde então. Porém, a otimização de sites não se baseia única e exclusivamente em burlar as técnicas corretas e manipular os resultados das pesquisas.

Cada vez mais, a otimização busca melhorar os buscadores oferecendo as melhores respostas para o usuário, com formatos, experiências e diretrizes que melhoram não apenas o resultado dos buscadores, mas o próprio posicionamento das marcas, de seus produtos e sites.

O funcionamento do Google

Sendo o buscador mais popular na internet, o Google normalmente reúne os melhores resultados para a pesquisa realizada pelo usuário. A qualidade e velocidade oferecidas pela sua tecnologia são os diferenciais que o tornaram um verdadeiro sucesso no ramo das buscas.

Dessa maneira pode-se dizer tudo mas, mesmo somando o número de participações dos buscadores, essa soma não atinge a proporção oferecida pelo Google. Seu uso é realizado, praticamente, por 10 entre 10 pessoas.

Processos de retorno de pesquisa

O Google oferece 3 processos principais de retorno de pesquisa para o usuário. São eles: rastreamento, indexação e exibição de resultados. Cada um conta com características específicas que acabam influenciando o todo.

O rastreamento é o início de tudo. Ele conta com um processo que leva os robôs do Google (conhecidos como Googlebots) a identificarem as páginas mais relevantes, encaminhando-as para o índice do buscador.

Com efeito, durante esse procedimento são utilizados algoritmos que definem não apenas a priorização, mas também a frequência de indexação das páginas, o que dinamiza todo o processo.

Com isso, as URLs são geradas utilizando-se processos anteriores de rastreamento, enriquecidos com o uso dos sitemaps. A partir das visitas realizadas pelo Googlebot, são identificadas pelo robô aquelas URLs que possuem links existentes, levando à inclusão delas no rastreamento.

Vale citar que durante o andamento do processo, alterações, exclusões e novos sites são detectados e atualizados durante o procedimento. Após percorrer esse caminho, o Googlebot dará início ao processo de indexação.

Cada uma das páginas rastreadas são incluídas no índice do Googlebot, de modo a indexar informações relevantes para a experiência do usuário como o conteúdo disponibilizado na página, as datas e regiões da publicação, título, descrição e os dados estruturados.

Desse modo, são utilizados mais de 200 fatores para determinar o ranqueamento. Assim sendo, quando acontece uma consulta, a pesquisa de páginas correspondentes é feita no próprio índice do Google, com a exibição dos melhores resultados.

Outro ponto que pode auxiliar o usuário a conseguir os melhores resultados é o sistema de preenchimento automático do Google que, além de poupar tempo na busca, facilita a correção de erros.

Atualizações do algoritmo do Google

Se tem um assunto que todo mundo já ouviu falar, em se tratando do mundo da internet, são os famosos algoritmos, aplicados tanto no Google quanto em redes sociais. Eles são responsáveis por filtrar os conteúdos mais relevantes para o usuário.

Para cada busca realizada, são utilizados mais de 200 fatores de ranqueamento com a intenção de definir a ordem em que as páginas serão apresentadas para o usuário, de modo a garantir sempre os melhores resultados. Justamente para entregar os conteúdos mais relevantes, é que se faz a constante atualização desses algoritmos.

Dessa maneira, existem oito atualizações realizadas nos últimos 18 anos, e que são consideradas as melhores e mais completas do gênero. Abaixo, você confere as características específicas de cada uma:

  • Florida (2003): considerada a primeira grande atualização do Google, foi responsável por popularizar o SEO. Removeu até 98% dos sites listados, principalmente os de baixa qualidade;
  • Panda (2011): apesar de ser uma simples atualização de dados, o Panda afetou cerca de 12% dos resultados de pesquisa. Sua função foi a de penalizar sites que apresentavam conteúdos de baixa qualidade;
  • Penguin (2012): com foco em diminuir o excesso de otimização de conteúdo, o Penguin atacou principalmente os sites que se utilizavam de práticas como a keyword stuffing e a Black Hat (esquemas para geração de links);
  • Hummingbird (2013): diferente das outras atualizações, o Hummingbird realizou uma completa revisão do Google. Ele possibilitou que os resultados de busca começassem a levar em conta todo o universo semântico das palavras-chave, incluindo fatores como localização e pesquisas anteriores do usuário;
  • HTTPS/SSL Update (2014): com a intenção de tornar a web mais segura, o Google transformou o HTTPS em um fator de ranqueamento, por conta dos sites com certificado SSL oferecerem informações criptografadas. Isso passou a impedir que os dados fossem interceptados e identificados no meio do caminho;
  • Mobilegeddon (2015): atualização para dispositivos móveis, o Mobilegeddon ajudou os mecanismos de busca a considerarem apenas os sites adaptados para dispositivos móveis;
  • Rankbrain (2015): criado para ajudar a interpretar e apresentar resultados de busca, o Rankbrain utilizava machine learning e inteligência artificial em sua composição. Porém, a otimização do site se tornou mais complicada através dele, por conta desses elementos;
  • Fred (2017): focado exclusivamente na penalização de sites com baixa qualidade de conteúdo e com quantidade exagerada de banners de propaganda.

Principais fatores de ranqueamento do Google

Como já citado anteriormente, o Google conta com mais de 200 fatores de ranqueamento, responsáveis por priorizar e definir a relevância dos resultados, de acordo com as buscas realizadas pelo usuário.

Assim sendo são realizadas, ano após ano, diversas pesquisas no sentido de compreender os fatores utilizados e as técnicas que levam ao sucesso no resultado das buscas. Entretanto, existem alguns fatores que podem ser considerados como elementos principais neste processo.

Seguindo o resultado de uma dessas pesquisas,  você pode verificar abaixo esses fatores:

Page Authority ou Pagerank

Um dos fatores mais importantes e considerados para o ranqueamento de uma página é a autoridade que ela exerce sobre o usuário.

Domínio

Para um melhor posicionamento, as páginas precisam estar inseridas em um domínio que possua muita autoridade na internet.

Links relevantes

Quanto mais o usuário visitar um site e receber links de outras páginas que tenham a ver com o mesmo universo, melhor para o rankeamento.

Conteúdo original

Quanto mais conteúdo original e de qualidade o site oferecer para o usuário, mais priorizado ele será nos buscadores.

Maiores conteúdos

Para obter preferência nos resultados dos buscadores, o site deve apresentar conteúdos maiores e mais robustos, para garantir a preferência no rankeamento.

Tag title

O uso da palavra-chave no título influencia diretamente na avaliação on-page.

Conteúdos com palavra-chave

O Google costuma dar bastante relevância para os conteúdos que apresentam a palavra-chave inserida ou nas primeiras 100 palavras, ou em subtítulos espalhados pelo texto.

Tempo de permanência

Um item sempre analisado pelo Google é o tempo de permanência do usuário na página. Verificar o comportamento do usuário durante o acesso é um dos requisitos para se considerar um site mais ou menos importante.

Velocidade de carregamento

O rankeamento da página depende muito da leveza apresentada por ela. Quanto melhor o carregamento, melhor a posição.

Design responsivo

Sites adaptados exclusivamente para dispositivos móveis estão sempre na mira do Google. Logo, é um fator a mais para se priorizar, na hora de buscar melhores resultados.

Mobile first-index

Realizada de modo gradual desde 2017, é uma nova forma de indexação do Google, na qual se utiliza a versão mobile do site como base principal para o procedimento. A preocupação é em relação às páginas que não oferecem adaptações para dispositivos móveis.

Desse modo, o Google já garantiu que os sites que possuem apenas a versão desktop continuarão a receber a indexação, de modo a não prejudicá-los, desde que apresentem conteúdos de qualidade.

Técnicas de SEO

Já falamos aqui sobre o Black Hat, técnica voltada unicamente para posicionar o site de maneira orgânica, sem levar em conta a experiência do usuário. Entre os principais passos, estão a geração excessiva de links oriundos de outros sites, assim como inserir palavras escondidas, o que leva apenas os robôs dos buscadores a visualizá-las.

Como a busca do usuário por um conteúdo de qualidade é praticamente similar à missão do Google de oferecer o melhor tipo de informações, é nítido que o uso de técnicas consideradas antiéticas só prejudica o processo de ranqueamento como um todo.

Com o intuito de promover atualizações constantes no seu algoritmo, o Google penaliza os sites que utilizam essas técnicas, garantindo que apareçam nos primeiros resultados apenas as páginas que obedeçam às normas de posicionamento.

Em contrapartida à Black Hat, existe a White Hat, e as duas compõem os principais grupos de aplicação das técnicas de SEO. Confira abaixo as características de cada uma:

Black Hat SEO

São técnicas que priorizam apenas o posicionamento orgânico, gerando resultados a curto prazo. Mas, pelo fato de serem antiéticas, são consideradas como infrações perante o Google, e podem sofrer punições.

Algumas das técnicas populares do Black Hat são a keyword stuffing, links pagos, conteúdo oculto, conteúdo duplicado e Blog SPAM, entre outras.

White Heat SEO

São as técnicas consideradas corretas pelo Google, sem infringir as suas diretrizes. Entretanto, seus resultados aparecem apenas a médio e longo prazo, mas sem gerar punições para o site em que estão empregadas.

Dessa maneira, o White Heat prioriza conteúdos originais e de qualidade, com foco em proporcionar uma melhor experiência ao usuário, e evitando a utilização de truques que levem à melhora do posicionamento orgânico.

SEO on-page

Os sites apresentam partes específicas que apresentam uma maior relevância para os buscadores, e que são capazes de impulsionar melhores resultados. Disponibilizar uma maior atenção para elas faz parte do que chamamos de “otimização on-page”.

Mas de nada adianta aplicar essa técnica, se a página em si não apresenta um bom conteúdo. É praticamente impossível driblar os algoritmos dos robôs do Google, que se tornam, ano após ano, mais inteligentes.

Assim sendo, o ideal é investir em um mistura exata de bom conteúdo e de técnicas de SEO on-page. A união desses dois elementos vai garantir o sucesso da página, e um melhor rankeamento nos serviços de busca.

Abaixo você confere quais são as principais características do SEO on-page que levarão sua página a atingir melhores resultados.

Conteúdo

Já é sabido que o conteúdo é a parte mais importante para que o SEO consiga realizar um bom trabalho. Mas tudo isso pode ser potencializado com alguns passos, melhorando o alcance de uma determinada página.

Dessa maneira, para que o Google possa exibir a página nos primeiros resultados de uma busca, é importante definir e utilizar a palavra-chave no conteúdo. Mas lembre-se: o seu uso deve ser feito da maneira mais orgânica possível, para não ocorrer nenhuma penalização.

Apesar de não ter uma indicação exata de quantas vezes a palavra-chave pode ser utilizada no conteúdo, é importante escrevê-lo do modo mais natural possível, inserindo a palavra-chave apenas nos momentos em que existir a necessidade.

Mas é preciso observar alguns pontos na hora da elaboração do conteúdo:

  • Uso consciente da palavra-chave;
  • Uso de sinônimos;
  • Uso de variações parciais;
  • Medir a satisfação dos leitores em relação aos conteúdos anteriores.

Escaneabilidade do conteúdo

A produção do conteúdo não pode ser feita de modo a não conquistar o leitor. É importante estruturar bem o texto, para que as pessoas comprem a ideia de sua mensagem. Ou seja, o conteúdo precisa apresentar informações fáceis de serem localizadas e filtradas no texto.

A maioria dos usuários é multitarefas, e fazem diversas coisas enquanto lêem um texto. Portanto, oferecer um conteúdo que seja facilmente escaneável é um passo certeiro para potencializar o acesso de uma página.

Existem elementos que facilitam o processo do escaneamento, como você pode verificar a seguir:

  • Bullet points;
  • Cabeçalhos;
  • Uso de imagens;
  • Uso de itálico;
  • Uso de negrito;
  • Parágrafos curtos;
  • Vídeos.

Uso de semântica

Além do uso da palavra-chave, existem outros fatores que podem ajudar a melhorar o rankeamento do conteúdo, entendendo o contexto dele para além da palavra-chave. Assim sendo, sempre construa o texto de modo a abordar todos os fatores relevantes ao assunto abordado, para que a inteligência artificial do Google consiga reconhecer a otimização para eles.

Conteúdo duplicado

Alguns resultados de pesquisa do Google podem apresentar uma mensagem dizendo que alguns resultados foram omitidos. Isso acontece porque o conteúdo apresentado naquelas páginas são duplicados.

Isso acontece quando são replicadas informações de outro site na sua página, levando a zerar o tráfego orgânico. Desse modo, a única maneira de evitar que isso aconteça é investir em um conteúdo totalmente original para o seu site.

Título e descrição

O título que aparece em sua página (denominado de title) não é o mesmo do conteúdo apresentado. Ele corresponde a uma propriedade do código HTML que aparece tanto na aba do navegador, quanto na página de resultados do Google.

Apesar de ser um elemento considerado importante para a técnica do SEO, o espaço destinado a ele é usado por frases que não resumem o conteúdo da página, ou que apresentam keywords que nada tem a ver com o assunto abordado.

Fazer uma descrição precisa sobre a página, além de priorizar sempre as primeiras palavras, em detrimento das últimas, é importante para garantir melhores resultados nas pesquisas.

O ideal é usar, no máximo, 65 caracteres para a definição do título.

A descrição do link, também conhecida como meta description, é outro fator importante, pois garante uma maior influência na taxa de cliques. Dessa maneira, produzir um resumo chamativo e interessante, aplicando características de Call-to-Action, é um acerto.

URLs

O endereço da página é outro elemento no qual os robôs do Google realizam varreduras constantes. A URL, portanto, precisa ser descritiva e contar com a palavra-chave desejada. Não é indicado usar códigos ou outros símbolos que dificultem a sua leitura.

Para quem utiliza o WordPress para editar as informações do site, a instalação do Yoast SEO é indicada para facilitar o processo.

Links internos

Os links internos são essenciais para melhorar a navegação do usuário, além de possibilitar que os motores de busca conheçam novas páginas. Por relacionarem páginas que apresentam assuntos semelhantes, é preciso que eles não apresentem indicações genéricas, além de contar com um texto âncora bem detalhado.

Texto alternativo

Conhecidos como “alt text”, os textos alternativos são informações que podem aparecer na tela, caso a imagem selecionada não seja exibida. Eles são importantes para garantir que os programas de leitura de tela e o Google compreendam o significado da imagem escolhida.

Esse texto não pode ser muito longo, e deve ser descritivo em relação à imagem representada, além de ser indicado o uso da palavra-chave em sua concepção.

Featured Snippet

Algumas pesquisas realizadas no Google apresentam um box, apresentando partes do conteúdo que o usuário procura. Esse procedimento é denominado como featured snippet, também chamado de “posição 0”.

Vale citar que a “posição 0” não tem ligação com a “posição 1”. Ainda não existem estudos detalhados sobre como chegar a essa posição, porém é indicado que o conteúdo apresente respostas objetivas e diretas sobre uma pergunta específica, por exemplo, para atingir esse lugar.

SEO off-page

Atividades que impactam de maneira direta no posicionamento orgânico do site e que são realizadas fora do domínio da página, o SEO off-page quase sempre está vinculado ao link building, mas também possui forte ligação com a presença de marca.

Presença de marca

Apesar de não ser um fator que aumente a autoridade do domínio do site, a presença de marca é responsável por aumentar a confiança do Google e dos demais buscadores da internet em relação à sua marca, impedindo penalizações.

A presença de marca é influenciada por alguns procedimentos que ajudam a posicionar melhor o domínio do site. Entre eles, estão os seguintes:

  • Avaliação positiva dos usuários no Google;
  • Base bem construída e engajada de fãs nas redes sociais;
  • Menções ao nome da marca em sites e portais (desde que sejam feitas sem o uso de links);
  • Presença marcante no Youtube.

A partir do momento em que a marca recebe menções constantes em relação a ela, assim como a divulgação de links que direcionam para o site (de preferência, com essa mesma divulgação feita por sites confiáveis), é praticamente certa a consolidação da presença e da autoridade da marca.

Link building

Para que o site atinja sempre um melhor ranqueamento nas buscas do Google, deve-se buscar a construção da autoridade da página e do domínio. É importante lembrar que um dos principais diferenciais do Google é a classificação dos sites com base nos links que os divulgam.

A divulgação desses links é um dos fatores mais importantes para impulsionar o site no ranqueamento do Google. Porém, é importante que esses mesmos links apresentem uma ótima qualidade para o resultado ser cada vez melhor.

Esses links, se forem divulgados por sites extremamente confiáveis e que possuam autoridade, são melhor considerados e ranqueados do que por sites considerados pequenos e sem muito alcance.

Dessa maneira, existem algumas técnicas eficazes para melhorar as estratégias de link building. São elas:

Guest post

São artigos produzidos pelo seu site para outros blogs, na condição de convidado, contando com links que apontam diretamente para o seu site. Eles devem apresentar bastante qualidade e com links relevantes e condicionados ao universo da empresa e do assunto abordado.

Menções à marca

Monitorar as menções e a geração de links para o seu site é importante para garantir um melhor posicionamento e construção de autoridade. Se os sites parceiros não citarem nem seu site e sua marca, você pode utilizar o Google Alerts para solicitar a inserção.

Links quebrados

Verifique, sempre que possível, os links gerados por outros sites para o seu negócio, para se certificar de que eles não estejam quebrados. Muitas páginas são desabilitadas e inutilizadas com o tempo, por isso é importante verificar os links quebrados e solicitar a sua troca, quando houver a necessidade.

Entrevistas

Entrevistas com especialistas da área de atuação da sua empresa são certeiras, pois garantem um conteúdo de qualidade e geração de links por parte dos especialistas. Fazer uma troca de links entre a sua empresa e o entrevistado também é uma técnica certeira.

Pesquisas

Não são totalmente populares e eficazes, a curto e médio prazo, mas podem ser utilizadas como parâmetro de referência se outros sites utilizarem as estatísticas realizadas por sua empresa.

Assessoria de imprensa

As assessorias de imprensa são totalmente eficazes para garantir a divulgação de notícias de sua empresa em portais de notícias e sites. Também podem ajudar nos procedimentos que envolvem link building, em relação às matérias divulgadas.

Entretanto, se a divulgação for realizada em sites muito grandes, a geração de links é difícil de ocorrer. A maioria dos grandes sites e portais só inclui links externos utilizando a prática do “nofollow”, uma meta tag incluída para gerar autoridade para eles mesmos.

Pagerank

Métrica que utiliza um índice de 0 a 10 para medir a autoridade da página. Através do Pagerank são calculadas a quantidade, a qualidade e a relevância dos links recebidos por uma determinada página.

Page Authority e Domain Authority

São métricas que mensuram, de 1 a 100, as autoridades de uma página (Page Authority), ou do domínio inteiro (Domain Authority). Várias métricas são consideradas nesses processos, incluindo os links recebidos, por exemplo.

URL Rating e Domain Rating

Consideradas de 1 a 100, são métricas logarítmicas que mensuram a força tanto dos backlinks de uma URL (URL Rating) ou de um domínio (Domain Rating). A ferramenta utilizada para conseguir esse cálculo é a Ahrefs.

SEO on-site

Conhecido também como SEO técnico, são técnicas que buscam construir melhorias dentro do próprio ambiente do SEO on-page. É focado especificamente em características de programação, desempenho e usabilidade do site, e não envolve muito a produção de conteúdo.

Fatores como UX (experiência do usuário), a velocidade de carregamento e a segurança do site fazem parte dos procedimentos do SEO técnico, e são utilizados no sentido de garantir uma melhor qualidade do conteúdo apresentado.

Heading tags 

Apesar de não serem tão importantes hoje em dia para o andamento do SEO, as heading tags auxiliam os robôs a reconhecerem a estrutura lógica das informações das páginas apresentadas.

São as divisões dos títulos e subtítulos do conteúdo em H1, H2, H3, consecutivamente. Como são textos de destaque na organização da página, é importante inserir as palavras-chave, sempre que possível, nessas categorizações.

Isso faz com que os robôs dos buscadores compreendam que a palavra-chave é o assunto principal da página, além de facilitar a sua localização junto aos sinônimos encontrados nos parágrafos.

Rich snippets

São informações que aparecem nos resultados de pesquisa que o Google apresenta, e são responsáveis por melhorar o tráfego e o posicionamento orgânico de uma página, aumentando a taxa de cliques. 

Para os sites que utilizam WordPress, o Yoast SEO já conta com as configurações mais comuns para inserir essas informações. Agora, se forem sites de outras plataformas, existem possibilidades de aplicar as configurações no próprio código do site.

Mobile SEO

O crescimento de buscas através dos dispositivos móveis levou a uma mudança na forma como o acesso dos conteúdos é realizado através de celulares e tablets, para garantir a melhor experiência possível ao usuário.

Se caso o seu site já possuir otimização para os mecanismos de busca, são necessárias apenas algumas configurações específicas para que a otimização também seja direcionada para os dispositivos móveis.

O Google disponibilizou em um documento algumas técnicas importantes para a melhor configuração do seu site para dispositivos móveis. Abaixo você pode conferir as mais populares:

  • Investir nos Calls-to-Action;
  • Campo de busca sempre visível;
  • Navegações pelo site sem necessidade de cadastro;
  • Menus curtos;
  • Uso de botões de “clique para ligar”;
  • Otimização do site todo para dispositivos móveis;
  • Exibir as informações em tamanho adequado, sem necessidade de zoom.

SEO local

A estratégia do SEO local é direcionar, de forma orgânica, o endereço dos estabelecimentos que existem nas redondezas. Para as melhores posições serem conquistadas, é preciso inserir fatores de ranqueamento como nome, endereço, telefone e comentários de clientes, para impulsionar o aumento de cliques.

Palavras-chave

Fazer a pesquisa de palavras-chave é essencial para garantir o sucesso das produções de conteúdo. Ela é considerada a base de toda estratégia de SEO, pois é através das palavras-chave que o Google conseguirá identificar o seu site e colocá-lo entre os resultados de busca relevantes.

É preciso identificar as pesquisas mais comuns dentro do seu nicho de atuação, para que se produza o conteúdo mais adequado possível, de modo a gerar tráfego qualificado e de autonomia para o seu site.

Começar mapeando os assuntos de sua empresa, e posteriormente buscando as palavras-chave capazes de gerar mais tráfego (em processo no qual se utiliza os relatórios do Google Analytics), além de buscar novas ideias de palavras, através de ferramentas como o SEMRush, são elementos que facilitam a estratégia. 

Utilizar palavras-chave de cauda longa, além de documentar todo o processo envolvido e, principalmente, monitorar o posicionamento e os resultados obtidos pelo seu site, também são técnicas estratégicas que, com certeza, farão a diferença na busca dos melhores resultados.

Para garantir a melhor estratégia de SEO para a sua empresa ou site, não deixe de contar com a ajuda da Agência Alper. Nossa equipe é totalmente especializada em SEO, e garantirá a obtenção de melhores resultados para impulsionar o seu negócio!



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